𝐐𝐔𝐄𝐑𝐎 𝐓𝐄𝐔 𝐀𝐁𝐑𝐈𝐆𝐎
Quero um abrigo no teu peito
Palpitar meu coração do teu jeito
Escaldar minha pele morena
Abraçar a memorável cena
Quero beijar tua testa
Abraçar-te na hora da festa
No teu olhar abrasador
Um ditirambo de doador
Quero ouvir de perto teu gemido
E converte-lo em canto destemido
Dessa voz melódica e rouca
Raia minha alma louca
Quando beijo tua boca
Um coro canta e toca
No colchão ortopédico
Que flutua nas ondas do Indico
Quero sim levar-te None
A um lugar sem phone
Onde não há rede
Mas se mitiga a sede
Quero levar-te a backwood
E preparar espcial food
Dar graças a Lord
E seguirmos no Bedford
Um Bedford de verdade
Que aceita e vive a realidade
Caracoleando trilho simples
Apreciando com aceitação a dimple
Aí se esconde o suor amoroso
Quando o alhar fica charmoso
Finalizando em grito clamoroso
Gerado no leito formoso
Nesse lugar
Permite enxugar
Lágrimas sem julgar
A dor, a dor,a dor a expurgar…
𝐌á𝐫𝐢𝐨 𝐉𝐚𝐧𝐠𝐮𝐢𝐚
(In meditation)
7/3/2026













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