Caros leitores,
A linha do tempo levou-nos ao mês de julho, por sinal o 7º do ano. A Upile, porém, numa contagem própria, num degrau acima, traz aos seus a 8ª edição, para que, do cume da montanha, contemplemos as memórias dos tempos idos.
Em cada uma das suas páginas residem momentos e estórias cujo legado o vento se encarrega de trazer à ribalta nos dias de hoje. Os célebres hinos do Machonguezi, carregados de saudade e muita emoção, fazem parte desta edição. As artes plásticas dominam e tornam esta viagem mais colorida, com o decano Harare e o jovem Tecartes a inspirar gerações de artistas no mundo das pinceladas.
No turismo e lazer, esta edição convida os leitores a visitar e provar o Chambo, recentemente distinguido como melhor restaurante de Niassa. Assim, um passeio pelas nossas páginas é uma visita guiada ao mundo das tradições e memórias que nos fazem povo.
Continua a ser um prazer levar até si cada uma dessas memórias.
Obrigada, em nome de todos os géneros literários, como somos.
Geraldina Paia Gueze















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